A Palavra Livre de Mortágua
Sexta-feira, 28 de Março de 2008
Está aqui o Wally

Estando já disponivel na página internet da Câmara o projecto de expansãoda Zona Industrial, falta agora analisar e opinar.

 

 

 

Então:

  1. Não se intenta com esta expansão uma situação que devemos considerar como sendo fulcral, que é a aproximação à ferrovia. A disponibilidade desta infa-estrutura é para qualquer ZI uma mais valia inquestionavel. Mas ainda assim a ZI é extendida ao longo da EN 228 numa zona em que os acessos a esta serão sempre problemáticos.
  2. Quantos aos acessos à EN 228: referir que a extensão desta via em que se extendea ZI é toda ela em declive, o que dificultará a criação de nós de acesso. A menos que se preveja manter tão só o actual acesso. Ao declive da estrada devemos adicionar uma lomba, ao Km 77, junto ao acesso à FabriConsor, que retira visibilidade e agrava a perigosidade de aí se construir um acesso;
  3. A expansão no sentido em que está previsto continua a colocar o  acesso à ZI numa só via de comunicação. Fosse esta expansão efectuada no sentido Norte e ganhar-se-ía o acesso à Linha do Norte, como já referido, e à EN 234. Pode parecer pouco importante criar dois acessos não tão distantes um do outro, mas esta situação, em articulação futura com o IC12 levaria a um separar de tráfegos para interior e para sul (via IP3), diminuindo (quase anulando) o impacto da ZI no cruzamento do Barril;
  4. Com a expansão da ZI prevê-se o aumento de empresas aí instaladas. Seria de considerar o licenciamento de um posto de abastecimento de combustivel na área.
  5. Por último, a expansão para Norte com o aproximar à Linha do Norte iria criar condições para a futura construção de um interface Rodo-Ferroviário. Este serviria não só como mais-valia para a própria ZI, mas também ao sector florestal do Concelho, que assim disporia de uma estrutura capaz de transferir grandes quantidades de madeira entre os transportes rodoviários e ferroviários. Associando-se isto à construção de um parque de armazenamento de madeiras e bio-massa estariam criadas condições para acabar com os depósitos ilegais que abundam pelo concelho.

Custa pouco fazer melhor... é pensar.

E ao pensar, pensar integrado.


sinto-me:

publicado por Mário Lobo às 12:23
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