A Palavra Livre de Mortágua
Terça-feira, 29 de Abril de 2008
O Melhor Jogo do Ano

Está finalmente no mercado o melhor jogo do ano

 

 

GGGGG TTTTT  AAA      IIIII V   V

G       T   A   A       I   V   V

G       T   A   A       I   V   V

G  GG   T   AAAAA       I   V   V

G   G   T   A   A       I    V V

GGGGG   T   A   A     IIIII   V

Admito que não seja um jogo que transmita os melhores exemplos de vida.

Mas é isso mesmo: UM JOGO.

Os video jogos são formas que temos de "viver outras vidas".

Quando em 1993 saiu o Doom ninguem se preocupou com o nivel gráfico de violência. Um jogo em que o armamento disponivel ia da Pistola, ao Motoserra, à Caçadeira, a Black-Widow, Lança-Rockets.... e onde o heroi acabava sempre por morrer.

Talvez sejam mais "correctos" jogos como o Sid Meyer's Pirates. Onde só temos que abordar navios que tranquilamente prosseguem as suas viagens.

Ou mesmo o alegre Super-Mário, a saltitar sobre as carapaças das ferozes tartarugas. Porque será que nunca ninguém se preocupou com os direitos das tartarugas? Será que alguém atacou uma tartaruga a julgar ser o Mário ou o Luigi?

Em conclusão... só uma pessoa previamente "desarranjada" se deixa afectar negativamente pelo GTA (ou outro). Mas essa responsabilidade não é dos video-jogos. É dos pais e da sociedade que os educa. Se forem educados para ser violentos irão sê-lo, com ou sem GTA.

Sempre me lembro de haver picanços de carro, muitos antes de jogos como o GTA aparecer. Roubos a lojas? Sempre houve. Homicidios? Também.

Que algum psicótico escolha um jogo destes para simular a descarga da sua raiva, acredito. Que um jogador se torne psicótico, custa-me a crer...

Ou então é melhor trazerem o colete de forças. Eis a lista dos meus crimes:

GTA

GTA- 1969 London

GTA II

GTA III

GTA III - Vice City

GTA San Andreas


sinto-me:

publicado por Mário Lobo às 12:07
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
Intervenção PCP - Comemorações 25 de Abril

Sr Presidente da República,
Sr Presidente da Assembleia da República,
Sr Primeiro-Ministro,
Srs Presidentes do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional,
Capitães de Abril,
Srªs e Srs Convidados,
Srªs e Srs Deputados,

Foi no dia 25 de Abril de 1974 que o Povo Português emergiu de um dos mais negros períodos da sua História, derrubando o regime fascista e iluminando o rumo do progresso sobre os escombros de uma ditadura desumana. Mas o 25 de Abril de 1974 não foi apenas um dia. Foi o resultado de décadas de luta abnegada, corajosa e perseverante do povo português que, mesmo nas condições mais adversas, mesmo sob o jugo da censura, da tortura e da repressão mais brutais, construiu o caminho da revolução.
Luta que é exemplo maior das capacidades criativas do Povo, que sempre contou com o estímulo e o empenhamento do Partido Comunista Português, Partido que nunca cedeu nem desistiu perante as mais esmagadoras tentativas de silenciamento.
Foi o resultado da vontade dos homens que, nas Forças Armadas, reflectiam os sentimentos mais legítimos do povo e que assumiram em suas mãos a missão de lhes dar expressão.


- Daqui saudamos os Militares de Abril. -
Abril é o caminho que a luta abriu e que Portugal trilhou e institucionalizou com o contributo inestimável de muitos que homenageamos com particular entusiasmo e alegria.
É essa conjugação de factores: luta, libertação e institucionalização de conquistas que produz os efeitos mais importantes da revolução democrática: a consagração da liberdade, da democracia, da livre organização política e partidária, do direito de manifestação; mas também de direitos sociais que colocaram Portugal na senda do progresso e do bem-estar; o direito à educação pública, o direito à saúde, o direito à habitação, o direito ao trabalho e os direitos no trabalho, o direito à criação e fruição culturais, o direito ao desporto e todo o vasto conjunto de direitos que hoje consideramos elementares, estejam embora muitos por cumprir e outros sob um fogo cerrado.


A reforma agrária, as nacionalizações e a verdadeira construção de um Estado ao serviço do povo foram elementos políticos de dimensão estrutural e essenciais para o desenvolvimento do país, para que Portugal se erguesse esse afirmasse.
Trinta e quatro anos passados não foram os suficientes para destruir Abril, tal a dimensão e significado dessas conquistas, tal a envergadura da luta que trabalhadores, homens, mulheres e jovens erguem diariamente contra os mais despudorados ataques à Constituição da República Portuguesa de Abril, promovidos pelos grandes interesses económicos e pelos Governos que lhes asseguram o privilégio e a impunidade em cada situação.


E essas são lutas que se intensificam, apesar das tentativas de branqueamento histórico, de eliminação da consciência colectiva e de supressão da participação popular, apesar das tentativas de apagar Abril dos currículos escolares; apesar das limitações às liberdades e dos atropelos aos direitos políticos e sociais – as perseguições a dirigentes e activistas estudantis, sindicais e partidários, os despedimentos de sindicalistas e trabalhadores - ; apesar das tentativas de reabilitação da figura de Salazar, obliterando que foi o fascismo o regime que condenou Portugal à posição de País mais atrasado em toda a Europa; apesar do estrangulamento e desmantelamento dos serviços públicos e da “demonização” do próprio Estado e suas funções sociais.


Sr Presidente
Srs Deputados
Comemorar Abril não se faz um dia por ano.
Comemorar Abril é defender e aprofundar as suas conquistas económicas, sociais, culturais e políticas a cada dia.
A desfiguração do regime democrático, a obsessão pelo “Estado peso-pluma”, a promiscuidade entre os interesses privados e o exercício de cargos públicos, a submissão do poder político ao poder económico são apenas exemplos da forma como se actua à margem da Constituição da República Portuguesa de Abril.


É esta política de refluxo histórico e reconstituição de privilégios das elites, aliada a uma política de subserviência ao directório das grandes potências europeias, bem patente na ratificação parlamentar de um Tratado que aprofunda o rumo neo-liberal, federalista e militarista da UE, contra a própria Constituição da República Portuguesa e empurrando o País para uma situação cada vez mais distante da realização do seu potencial económico e social – Há um pendor quase provocatório na ratificação do Tratado dois dias antes da data da libertação nacional e da afirmação da soberania do nosso povo, alienando agora importantes dimensões da soberania nacional conquistada então. Não é projecto de Abril entregar os poderes de decisão nacionais e a gestão do património do nosso povo a interesses supranacionais que cada vez mais determinam os rumos do nosso país!
São estas políticas de regresso ao passado que colocam Portugal como o país mais assimétrico da União Europeia, onde cresce diariamente o fosso entre os mais ricos e os mais pobres. São estas políticas que desmantelam o aparelho produtivo nacional e degradam a qualidade de vida da população.


O desemprego, a precariedade laboral, os baixos salários e a fragilização dos direitos laborais são pragas sociais objectivamente estimuladas para satisfazer os desejos, não das pessoas, dos trabalhadores, mas dos grandes grupos económicos que apresentam lucros sempre crescentes nestes tempos chamados de crise.
O direito ao Trabalho, direito fundamental e estrutural do Portugal de Abril, é posto em causa por uma prática política cada vez mais retrógrada. Com desdém pelas conquistas do povo, o Governo apresenta em vésperas destas comemorações, as propostas de alteração ao Código do Trabalho que tomam o partido do lado mais forte. O Governo adianta propostas que mais não fazem senão agravar o Código, sempre enfraquecendo a posição dos trabalhadores, agilizando os despedimentos e acentuando a desarticulação de horários, desregulamentando ainda mais as relações laborais.


O ataque a Abril é feito em todos os vectores da política nacional, por este ou aqueloutro Governo, à vez:
O ataque aos trabalhadores da Administração Pública é a primeira vertente da desresponsabilização do Estado perante as suas funções constitucionais, traçadas em Abril como garantias para a manutenção e consolidação da própria democracia.
A juventude, especialmente defendida na própria Constituição, é a linha da frente das novas gerações sem direitos, de mão-de-obra barata e descartável e é também a camada mais atingida pela privatização do Ensino e da Acção Social Escolar e pela ausência de uma política de habitação que assegure a todos a emancipação e autonomização.
Os reformados e pensionistas, actuais e futuros, vêem ser-lhes retirados os direitos que conquistaram, com a sua própria luta, trabalho e esforço.


Paralelamente promove-se uma política de concentração de riqueza, que enfraquece o tecido empresarial e produtivo português, acantonando-o às grandes empresas, nomeadamente às de actividade financeira e especulativa, esmagando as micro, pequenas e médias empresas, e desmantelando a produção agrícola, elementos estruturais da economia portuguesa.
A Educação Pública, Gratuita e de Qualidade, instrumento nuclear para a emancipação, para a formação integral dos indivíduos é alvo de um ataque sem precedentes. A democratização do Ensino deixa agora de ser um objectivo. Este como os anteriores governos, prossegue uma política de elitização, de aumento dos custos da Educação, de diminuição da qualidade do Ensino e de privatização e empresarialização desta importante função social do Estado.


A gestão do território nacional, longe de se aproximar das populações e de ser guiada pelas suas necessidades e anseios, longe de ser orientada pelo desenvolvimento harmonioso de todas as regiões do país, é substituída por uma venda à peça dos recursos naturais, entre os quais os solos e a água, mesmo à custa do desenvolvimento e do abandono da terra e do interior do país.
Ao contrário do que querem fazer crer, a juventude portuguesa é a juventude de Abril, activa e resistente, criativa e empenhada na construção de um país cada vez mais justo e fraterno, desenvolvido em todas as vertentes da democracia semeada pelos construtores de Portugal libertado: política, económica, social e cultural. E embora cada vez mais atacada, cada vez menos protegida, a juventude de hoje transporta o que de mais valioso existe nas gerações passadas.
Aqueles que minimizam o papel dos jovens, dos que estudam e dos que trabalham, fazem-no porque sabem que a juventude enquanto força social, transporta um generoso contributo para a necessária ruptura democrática e de esquerda com as políticas de direita que têm conduzido o país e o povo a uma continuada degradação.


Abril é do Povo, e se este Governo não está com Abril, não estará certamente com o Povo! E por isso a luta assumiu os momentos mais altos da participação democrática nos últimos tempos – como tornará a fazer hoje na Avenida da Liberdade e já no próximo 1º de Maio - envolvendo largos milhares, de operários, de professores e trabalhadores dos mais variados sectores, de estudantes, de agricultores, de reformados e de tantas outras camadas da população.
Abril é a resposta para os problemas estruturais do país: uma política de esquerda que assuma a construção de Portugal como país livre e soberano, capaz de decidir e percorrer os seus próprios caminhos.
Mais cedo que tarde, o Povo encontrará na esperança de Abril o futuro do nosso país. E serão cravos os alicerces dessa construção.


“Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente”

Viva o 25 de Abril!


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publicado por Mário Lobo às 15:12
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Obras e Acessibilidades

Mortágua recebeu recentemente com toda a pompa e circunstância, Primeiro-Ministro, Ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações, Secretário de Estado das Obras Públicas, Presidente da Estradas de Portugal SA, Governador Civil de Viseu e Autarcas de todas as cores.

Em tenda especialmente montada para o efeito procedeu-se ao lançamento da concessão para as Auto-Estradas do Centro.

Esta mui sui generis cerimónia, bem como o seu conteúdo, não podem deixar de levantar algumas questões. Umas mais práticas outras mais estruturais, tais como:

1.       Aquele espalhafato todo, com montagem de tenda na rua e tudo, foi custeado por quem? Qual o preço de tal aparato circense? Pergunto-me se não há em Mortágua local condigno para receber o Sr. Primeiro-Ministro e restantes convidados. Têm os Paços do Concelho o seu Salão Nobre e no caso de não ser suficiente o seu tamanho temos o espaço do Centro Cultural Municipal, agora na posse da autarquia pelo período de 25 anos.

2.       Onde estava o redactor do texto que noticia este evento no site da autarquia aquando da chegada do Sr. Primeiro-Ministro ao largo da Câmara? Pois eu estava bem perto. Não foram só os aplausos a receber o chefe de Governo. Além de um pequeno grupo de populares de Anadia que a GNR tentou a todo o custo esconder, outros houve da nossa terra que fizeram ouvir a sua voz em forma de contestação, a dada altura bem acima dos parcos aplausos que se faziam ouvir. Para esclarecer esta dúvida basta ver os vídeos dos noticiários da RTP nesse dia. Não devemos ter estado na mesma “recepção” ao alto dignitário da nação, eu e o referido redactor.

3.       Que a A24 e o IC12 são vias estruturantes para a Região das Beiras ninguém pode discordar, mas para Mortágua continuam e continuarão, a ser de maior importância o actual IP3 e a ligação directa à Região da Bairrada. Em relação ao actual traçado do IP3 quedaram-se mudos os discursantes de tão grande cerimónia. De barriga cheia não se fala dos pobres. Sobre uma possível remodelação da EN234 e da EN334-1 (estrada do Moinho do Pisco) também nada se disse.

4.       Uma boa ligação de Mortágua a Coimbra é uma necessidade indiscutível. Os actuais acessos com recurso ao IP3 ou à “Estrada do Luso” (EN234) não satisfazem de todo esta necessidade. Seja pela insegurança do trajecto num caso, ou pela morosidade do percurso no outro. No caso da EN234 temos ainda de referir o atravessamento de vários aglomerados urbanos: Barracão, Luso, Lameira de São Pedro, Mealhada e Santa Luzia.

5.       É de igual forma importante para Mortágua uma rápida e adequada ligação ao litoral, à Região da Bairrada. As mesmas EN234 e EN334-1 podem facultar esse acesso, mas basta conduzir daqui a Anadia pelo Moinho do Pisco para perceber que não é fácil a viagem. Ao facto de não haver um percurso linear de ligação entre as sedes destes dois concelhos vizinhos devemos adicionar uma miríade de povoações que devem ser cruzadas diminuindo assim significativamente a celeridade da viagem. Se os destinos forem as zonas industriais de Oiã ou Oliveira de Azeméis, por exemplo, a contenda torna-se ainda mais morosa.

6.       Estas obras pouco ou nada vêm beneficiar o dia-a-dia de Mortágua. A colocação de portagens, já confirmada pelo Ministro Mário Lino, na A24, e por certo também no IC12, vai obrigar os mortaguenses a usar as mesmas soluções rodoviárias que se encontram agora disponíveis. Vai-nos servir esta Auto-Estrada para nos deslocarmos ao Porto e Lisboa ou para irmos de férias ao Algarve. Se 24Km na Auto-Estrada para a Figueira custam €2,20 quanto custarão os cerca de 45Km que nos separam de Coimbra? Ou só os cerca de 20Km que nos separam da Mealhada? Custarão tanto como os 24Km da A14? E para Viseu, sede de Distrito, quando ficará a viagem para Viseu pela A24?

7.       Pode argumentar-se que vamos ser beneficiados pela redução de tráfego nas vias existentes. Não duvido que isso venha a acontecer. Não acredito, no entanto, que este seja significativo. Por um percurso com distância semelhante ao Viseu – Coimbra pela nova Auto-Estrada um camião paga na Auto-Estradas da Brisa €13,70. Ao optar pela A24 em detrimento do actual IP3 poderá ganhar 10 minutos, talvez 15. Qual é a empresa que estará disposta a pagar cerca de €14 para ganhar 10 minutos? É perfeitamente natural que a opção seja a “estrada velha”. O potencial de escoamento de mercadorias de Mortágua em nada é afectado por esta obra.

8.       Por último, porque deve o acesso ao nó de Mortágua da A24 fazer-se através do centro da povoação do Moitinhal? Ainda por cima destruindo uma zona de lazer como o é a Carreira do Tiro. E o acesso à freguesia do Sobral, como se processará? Terá a população do Reguengo que se deslocar à vila para depois, através da “Estrada de Macieira” ir ao centro do Moitinhal apanhar a ligação para a Auto-Estrada? Terá um habitante do Sobral que fazer mais de 10Km para aceder a esta via estando em linha recta a pouco mais de 2Km? Há aqui algo muito mal pensado…

Em conclusão, não sou, nem posso ser, contra a construção destas vias estruturantes e há tanto tempo reclamadas. Sou contra o modelo apresentado e sou contra a forma como nos querem convencer que “a salvação” de Mortágua passa pela Auto-Estrada. Temos no nosso concelho uma via de comunicação bem mais importante do que qualquer Auto-Estrada à qual ninguém parece prestar atenção. A Linha da Beira Alta liga Mortágua directamente a toda a Península Ibéria e, numa escala maior, a todo o continente Euro-Asiático. Ainda assim opta-se por expandir a Zona Industrial de Mortágua voltando as costas a esta via.

Só sem portagens a obra anunciada será uma real mais-valia para Mortágua.

Não às Portagens!!!


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publicado por Mário Lobo às 22:42
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
Abril já não mora aqui...

 

 

 


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publicado por Mário Lobo às 10:55
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A Calorosa Recepção

Transcrevo aqui os primeiros paragrafos do último comunicado da Concelhia Mortaguense do Partido Socialista.

É engraçado como o PS por vezes sai à rua. Durante a quase todo o tempo esconde-se por de trás do poder, mas quando se trata de acusar alguém sai em defesa da honra, lembrando-se que também é um Partido Político.

Seria bom ver a Concelhia do PS apresentar ideias. Apresentar projectos para o Concelho. Fica o desafio.

Depois deixo-vos com um link para o Telejornal do Canal 1 desse dia.

Exercício:

Contem as pessoas que estão a bater palmas...

:)

 


 

 

Mortágua teve a honra de receber no passado dia 29 de Março a visita do Primeiro-Ministro de Portugal, José Sócrates, para o lançamento da concessão das Auto-Estradas do Centro.
A escolha de Mortágua para ser anfitriã do lançamento deste grande projecto e investimento público, regional e nacional, constituiu uma demonstração de bom senso e justiça, por parte do Governo, na afirmação da descentralização e nas capacidades do Interior do País.
Queremos antes de mais felicitar a forma correcta, cordial, respeitosa, ao mesmo tempo calorosa, com que o povo de Mortágua acolheu o Primeiro-Ministro de Portugal, deixando assim uma boa imagem da nossa hospitalidade, do bem receber quem nos visita, que é atributo dos Mortaguenses.
Isto não obstante a tentativa de uma meia dúzia de "agitadores profissionais", ainda por cima estranhos à nossa terra, que pretenderam ofuscar o brilho do acontecimento, sem o conseguirem. Conhecendo as pessoas que localmente a apadrinharam, não restam dúvidas que se tratava de uma organização partidária, cuja estratégia é atacar e injuriar o Primeiro-Ministro aproveitando as reivindicações compreensíveis das populações.
Mas as pessoas sabem separar o trigo do joio, distinguir o que é o direito de expressão e de manifestação, do que é pura agitação politica, ruído político, que esconde interesses meramente partidários. Os Mortaguenses não concordaram e repudiaram, o que diz tudo.

 

 



 

Para confirmar a recepção "correcta, cordial, respeitosa, ao mesmo tempo calorosa", ver aqui, aos 3 minutos e 30...

sinto-me:

publicado por Mário Lobo às 09:00
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